
O Dia da Consciência Negra, que passou a ser feriado nacional a partir da Lei nº 14.759, de 2023, é mais do que uma data simbólica: é um chamado à reflexão e à ação. Neste momento, somos convidados a revisitar a história, reconhecer as lutas do povo negro e, principalmente, enfrentar as estruturas que ainda hoje sustentam desigualdades profundas.
Nesse contexto, infelizmente ainda convivemos com o racismo estrutural, presente tanto em instituições públicas quanto privadas e, muitas vezes, praticado de forma implícita, disfarçada de um discurso vitimista ou mesmo de “reação”.
Situações como essa não são casos isolados. Podem acontecer da mais alta côrte até a mais humilde profissão. Reconhecer essa realidade é essencial. Porém, o mais importante ainda é agir.
As instituições e autarquias precisam criar mecanismos eficazes de combate à discriminação e provar na prática que a luta antirracista não é dever apenas das pessoas negras, mas é responsabilidade de toda a sociedade.